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domingo, 29 de maio de 2011

Introdução a NAT


NAT – Network Address Translation
  Basicamente, NAT permite que um único dispositivo (tal como um router) atue como um agente entre a internet (rede pública) e a rede local (rede privada). Isso significa que apenas um único e exclusivo endereço IP é necessário para representar um grupo inteiro de computadores fora da sua rede.

 
A economia de endereços IP é só uma das boas razões para a utilização de NAT. As outras duas razões são segurança e administração. 
Definição Local e Global
Para um bom entendimento de NAT é necessário dominar estes termos:
Inside local address (endereço local interno): É o endereço IP atribuído para um host da rede interna. Este endereço foi configurado de forma estática (manualmente) ou recebida via protocolo dinâmico (DHCP).
Inside global address (endereço global interno): É um endereço IP legitimo atribuído pela NIC (Network Information Center) ou provedor de serviços que representa um ou mais endereços IP locais internos para o mundo exterior.
Outside local address (endereço local externo): É o endereço IP de um host externo, como é conhecido na rede interna.  Por exemplo, o escritório Alfa possui uma rede local e o escritório Omega possui outra  rede local e ambos os escritórios têm políticas diferentes. Imagine uma troca de dados entre estes escritórios utilizando algum aplicativo de rede. Para o escritório Alfa a rede interna do escritório Omega é o “Outside local address” e vice-versa.
Outside global address (endereço global externo): É o endereço IP atribuído para um host na rede externa pelo proprietário do host.
Local address: Um endereço local é qualquer endereço que é conhecido na parte interna da rede.
Global address: Um endereço global é qualquer endereço que é conhecido na parte externa da rede.
Pacotes originados na parte interna da rede têm o endereço local interno (inside local address) como endereço de origem e o endereço local externo (outside local address) como endereço de destino do pacote, enquanto o pacote encontra-se na parte interna da rede. Quando este pacote é comutado para a parte externa da rede, a origem do pacote passa a ser conhecida como endereço global interno (inside global address) e o destino do pacote passa a ser conhecido como endereço global externo (outside global address).
No sentido inverso, quando um pacote é originado na parte externa da rede, enquanto ele está na parte externa da rede, o seu endereço é conhecido como endereço global externo (outside global address) e o destino do pacote é conhecido como endereço global interno (inside global address). Quando este pacote é comutado para a rede interna, o endereço de origem é conhecido como endereço local externo (outside local address) e o destino do pacote é conhecido como endereço local interno (inside local address).
As figuras 2 e 3 abaixo, ilustram os termos apresentados sobre NAT até o momento:

 Figura 2

 Figura3
Nas postagens futuras, abordaremos mais sobre NAT.
Fonte de pesquisa: www.cisco.com

sábado, 30 de janeiro de 2010

Exemplo de NAT


Configuração Router 0
router0#int ser0/2/0
router0(config-if)#ip add 172.16.1.2 255.255.255.240
router0(config-if)#no sh
router0(config-if)#clock rate 2000
router0(config-if)#exit
router0(config)#ip route 192.168.1.0 255.255.255.240 172.16.1.1
router0#write

Configuração Router 1
router1(config)#int ser0/2/0
router1(config-if)#ip add 172.16.1.1 255.255.255.240
router1(config-if)#no sh
router1(config-if)#ip nat outside
router1(config-if)#ex
router1(config)#int fa0/0
router1(config-if)#ip add 192.168.1.1 255.255.255.240
router1(config-if)#no sh
router1(config-if)#ip nat inside
router1(config-if)#ex
router1(config)#ip nat pool ccna 172.16.1.5 172.16.1.10 netmask 255.255.255.240

router1(config)#ip nat inside source list 1 pool ccna overload
router1(config)#access-list 1 permit 192.168.0.0 0.0.255.255

Nos computadores, inserir os respectivos IP's, máscara de sub-rede e o default gateway.

Para conferir a configuração, entre no router 1 e use os comandos sh ip nat statistics, sh ip nat translations e debug ip nat.



 Na topologia apresentada, toda vez que um pacote originado da rede 192.168.1.0 passar pelo router 1, este pacote terá o seu endereço lógico de origem alterado para um dos endereços do pool ccna configurado (172.16.1.5 - 172.16.1.10), ou seja, o endereço IP de origem é traduzido de um endereço privado interno da rede para um endereço IP público roteável. No retorno do pacote de resposta que tem como endereço de destino um dos endereços definido no pool ccna, será retraduzido para o endereço de rede interna privado, para entrega dentro da rede interna (192.168.1.0).

sábado, 12 de dezembro de 2009

Configuração Vlans com DHCP

Configuração do Roteador R1

Abaixo segue a configuração da Vlan 2 no roteador R1:

R1> enable

R1# configure terminal

R1(config)# interface fa0/0

R1(config-if)# no shutdown

R1(config-if)# exit

R1(config)# interface fastEthernet 0/0.1

R1(config-subif)# encapsulation dot1Q 2

R1(config-subif)# ip address 192.168.100.1 255.255.255.248

R1(config-subif)# exit

R1(config)#

Continuando a configuração no roteador 1, segue a configuração da Vlan 3 no roteador R1:

R1(config)# interface fa0/1

R1(config-if)# no shutdown

R1(config-if)# exit

R1(config)# interface fastEthernet 0/1.1

R1(config-subif)# encapsulation dot1Q 3

R1(config-subif)# ip address 192.168.10.1 255.255.255.240

R1(config-subif)# exit

Continuando a configuração no roteador 1, segue a configuração de DHCP no roteador R1 para as vlans 2 e 3 :

R1(config)# ip dhcp pool redevlan2

R1(dhcp-config)# network 192.168.100.0 255.255.255.248

R1(dhcp-config)# default-router 192.168.100.1

R1(dhcp-config)# exit

R1(config)# ip dhcp pool redevlan3

R1(dhcp-config)# network 192.168.10.0 255.255.255.240

R1(dhcp-config)# default-router 192.168.100.1

R1(dhcp-config)# end

R1(config)# write

Configuração do Switch1

Switch> enable

Switch# configure terminal

Switch(config)# interface fa0/1

Switch(config-if)# switchport mode trunk

Switch(config-if)#switchport trunk allowed vlan all

Switch(config-if)# exit

Switch(config)# interface fa0/2

Switch(config-if)# switchport mode access

Switch(config-if)# switchport access vlan 3

Switch(config-if)# end

Switch# write

Configuração do Switch2

Switch> enable

Switch# configure terminal

Switch(config)# interface fa0/1

Switch(config-if)# switchport mode trunk

Switch(config-if)#switchport trunk allowed vlan all

Switch(config-if)# exit

Switch(config)# interface fa0/2

Switch(config-if)# switchport mode access

Switch(config-if)# switchport access vlan 2

Switch(config-if)# end

Switch# write

Nos desktops, é necessário alterar o IP Configuration para a opção de DHCP.


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O único requisito exigido para acompanhar este Blog é ter o software PACKET TRACER 5.0 ou superior para configurar as topologias que em breve serão postadas e ter o conhecimento básico para utilizá-lo.

Conteúdo dos tópicos postados:
  • Configuração de conexões seriais WANS básicas
  • Configuração com rotas estáticas
  • Configuração com protocolos de roteamento
  • Endereçamento IP otimizado (VLSM)
  • Configuração com DHCP
  • Configuração com VLANs
  • Configuração com NAT
  • e muito mais...